O guarda-roupa está cheio e a maioria das peças não está em uso faz tempo? Então está na hora de separar o que provavelmente seria descartado e reformular com criatividade. Essa é uma forma de consumo consciente, que ao contrário de comprar outra, utiliza-se da criatividade para transformar em itens novos.

A Arranjos Express conta com profissionais altamente capacitados e criativos para poder colocar em prática essas modificações, dando ‘cara’ nova às roupas antigas. A equipe acompanha as tendências de moda para sugerir ideias criativas na hora de transformar as peças.

Tendo o movimento *Upcycling no DNA da marca, a preocupação com a sustentabilidade do planeta e a busca do consumo consciente com a moda sustentável é a marca registrada de todas as lojas espalhadas pelo Brasil.

Só no primeiro semestre deste ano, a Arranjos Express já transformou mais de 406 mil peças que deram entrada nas lojas, sendo que cerca de 30% delas seriam descartadas no lixo, ou seja, mais de 121 mil roupas foram modificadas, ganharam mais tempo de uso e não impactaram o meio ambiente.

Por isso com a aproximação do final do ano, a ideia de reformular comportamentos pode começar pelo guarda-roupa, transformando aquelas roupas que estão abandonadas em looks poderosos e atuais, sem ter que comprar nada novo. Aliás, esse tema já foi abordado aqui em nosso blog https://arranjosexpress.com.br/br/reutilizacao-de-roupas-e-a-nova-moda-para-o-consumo-consciente/.

Talvez você esteja pensando que só peças mais complexas podem ganhar vida nova, mas as básicas, como camisetas, blusas, calças e até vestidos de festa, podem ganhar uma nova identidade. Blusa pode virar saia, vestido em colete, calça em salopete e até moletom em blazer.

“Deixamos a imaginação livre para o cliente e executamos o serviço com qualidade e criatividade, reinventando uma peça ou criando uma nova a partir de retalhos e sobras de tecidos, ou simplesmente aplicando bordados, pedrarias ou acessórios”, afirma Paulo Alexandre, fundador da Arranjos Express.

A marca sempre propõe o reaproveitamento de peças antigas, poupando o meio ambiente com a redução de quantidade de resíduos produzidos, que passariam anos em aterros sanitários. “O reaproveitamento das peças diminui a necessidade de exploração de matéria-prima para geração de novos produtos o que significa economia significante de água e energia, entre outros tantos recursos naturais utilizados na confecção de novas peças”, afirma Alexandre.

 

* Termo usado pela primeira vez em 1994 pelo empresário ambientalista alemão Reine Piez, que é um tipo de reciclagem que transforma um material original em um produto que passa a valer mais que antes.