Fluxo de caixa: o que é e quais são os principais tipos

//Fluxo de caixa: o que é e quais são os principais tipos

Como saber se um negócio vai bem? Pelo volume de vendas? Pelo lucro? Essas costumam ser duas das principais preocupações de gestores das mais diversas áreas. No entanto, esses dados podem não apresentar a situação real de um empreendimento. Para isso, é preciso controlar o fluxo de caixa.

No artigo de hoje vamos explicar o que é o fluxo de caixa e quais são os diferentes tipos desse indicador, que ajuda a monitorar a saúde financeira da sua empresa. Confira!

O que é o fluxo de caixa e qual a sua importância?

O fluxo de caixa é um instrumento de gestão financeira utilizado pelas empresas para contabilizar receitas e despesas durante um determinado período. Esse indicador é utilizado por praticamente todos os gestores para avaliar a saúde financeira do negócio.

Assim como acontece em uma casa, é preciso saber separar as receitas das despesas para garantir que o salário seja suficiente para pagar as contas fixas, como luz, água, gás, eentre outras. Em uma empresa, o raciocínio é semelhante, a diferença é que existem diferentes tipos de fluxo de caixa. Confira os seis métodos existentes logo a seguir.

Fluxo de caixa operacional

Engloba apenas o levantamento de gastos e receitas operacionais da empresa em determinado período. Isso significa que ele só leva em conta as questões essenciais para manutenção das atividades normais do negócio, sem considerar os valores relacionados a investimentos da empresa, juros e impostos ou capital de giro, por exemplo.

Fluxo de caixa projetado

O fluxo de caixa projetado trabalha com informação baseada em entradas e saídas futuras, e não somente com o que consta em caixa naquele momento. Dessa forma, com os valores de receita e despesas esperados para aquele mês, o gestor consegue se programar e saber quanto pode investir ou se deve ou não economizar naquele período, por exemplo.

Fluxo de caixa direto

É o método mais utilizado pelas empresas modernas. Assim como o fluxo de caixa operacional, também só leva em consideração as entradas e saídas operacionais da companhia.

A diferença é que, no caso do fluxo de caixa direto, também são incluídas informações referentes aos impostos, capital de giro e investimentos — ou seja, é um indicador mais completo.

Fluxo de caixa indireto

Ao contrário do fluxo de caixa direto, o indireto não considera as entradas e saídas do negócio, apenas o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE), que permite mostrar se a empresa teve lucro ou prejuízo em determinado período.

Fluxo de caixa para investimentos

O fluxo de caixa para investimentos é o recurso que sobra após a dedução de todas as despesas do negócio, não só operacionais, como impostos ou outros tipos de passivos.

Com esse método é possível aferir qual o volume de recursos estará disponível para investimentos no próprio negócio, de modo que não interfira no pagamento dos compromissos ordinários.

Fluxo de caixa livre

O fluxo de caixa livre é aquele recurso que sobra após o registro das receitas e o pagamento das despesas, como os custos de manutenção, salários e demais investimentos, por exemplo. Dessa forma, esse montante é a base para medir a lucratividade da empresa.

Agora que você já sabe as diferenças entre os 6 principais tipos de fluxo de caixa, aproveite para comentar neste post qual indicador é mais utilizado para medir a saúde financeira na sua empresa.

2019-03-11T21:00:11+00:00